10/04/2009 – Sexta-feira santa

A sexta-feira santa, também conhecida como sexta-feira da paixão, é apenas mais um feriado inútil instituído pelos governantes brasileiros para favorecer os trabalhadores que não gostam de trabalhar (99% da população).

Este feriado serve também como um estímulo à economia pesqueira, uma vez que nesta data os católicos evitam consumir carne bovina, dando preferência a alimentos suplementares, como manda a tradição.

Segundo consta nas sagradas escrituras bíblicas, Jesus Cristo foi crucificado na sexta-feira, após uma denúncia formalizada por seu próprio apósto, Judas Iscariores. Jesus teria estuprado sua amiga Maria Madalena em praça pública. Ela era uma prostituta aposentada que converteu-se ao evangelismo e passou a frequentar os cultos religiosos de Edir Macedo em busca da salvação. Jesus, porém, era inimigo pessoal de Macedo. Sabendo do ocorrido, resolveu se vingar de Madalena metendo a vara na xoxota da coitada.

Madalena prestou queixa à polícia, que iniciou uma árdua investigação à procura do meliante foragido. O promotor público Francisco Sembranelli declarou à imprensa que as investigações caminhavam a passos largos.

Judas, que estava na seca há mais de 30 anos, não aguentava mais bater punheta todos os dias. Cansado de sua vida monótona, decidiu fazer uma proposta irrecusável a Madalena. Ele diria a ela onde estava Jesus em troca de um boquete bem gostoso. Madalena, sem hesitar, acatou ao combinado.

Judas ficou doidão. Madalena não escovava os dentes desde que nasceu (naquela época não existia escova), e a boca da moça parecia uma lagoa, tamanha a quantidade de saliva contida no orifíco oral. Judas ficou tão excitado que ejaculou 4 litros de sêmen na primeira bombada. Madalena morreu afogada em meio à quantidade de porra que obstruía sua traqueia.

Judas, desesperado com a morte de Madalena, resolveu inventar uma história de pescador para contar à polícia. Ele disse ao delegado que Jesus havia, novamente, estuprado Madalena. Levou os policiais até o local do crime e contou a eles sobre a história que inventara. Os guardas acreditaram na loroda contada por Judas, mas resolveram indiciá-lo por crime de cumplicidade, pois ele era apóstolo do deliquente. Judas, então, negociou a redução da pena: ele ficaria menos tempo na cadeia se dissesse à polícia onde estava Jesus. Judas, muito esperto, bolou um plano para capturar o suposto assassino.

Na quinta-feira santa, ele foi à caverna onde Jesus estava escondido e, como se nada tivesse acontecido, aceitou comer uma deliciosa feijoada junto aos demais apóstolos. Porém, o imprevisível aconteceu. Jesus e seus apóstolos estava saindo da caverna para cagar no mato (naquela época não existia banheiro), foi  quando Judas, disfarçadamente, começou a mastigar um dente de alho. Ele se aproximou de Jesus como se quisesse dar-lhe um beijo no rosto. Quando encosto seus lábios na face do mestre, abriu a boca a baforou na cara do pobre coitado. O hálito forte de alho estragado fez com que Jesus deamaiasse. Judas, então, chamou os guardas que estavam escondidos atrás das árvores, a fim de que eles prendessem Jesus. Pedro, apóstolo mais velho, revoltado com a situação, sacou uma arma que estava em seu bolso, mas ele era tão velho que não conseguia mais enxergar direito. Mirou a arma na direção dos guardas, mas acabou acertando o corpo de Jesus, que morreu logo em seguida. Pedro, arrependido com o que fez, suicidou-se com a mesma arma.

Em meio ao alvoroço dos demias apóstolos, os guardas analisaram o cadável de Jesus e concluíram que ele era, na verdade, Tiradentes, irmão gêmeo de Jesus. Revoltados, os guardas decidiram punir Judas pelo equívoco. Ele foi crucificado junto a outros dois vagabundos no domingo seguinte.

Jesus nunca mais foi encontrado. Dizem as más línguas que ele permanece vivo, escondido em alguma caverna nas montanhas do Afeganistão.

Deixe um comentário