A verdade sobre Chico Xavier

Chico Xavier não era um médium. Na verdade, ele era um ser humano comum com talento para escrever. Possuía uma habilidade incrível para escrever e redigir textos, e graças a isso conseguiu enganar muitas pessoas mundo à fora.

Na década de 60, quando ele iniciava seus trabalhos, a revista Veja publicou uma reportagem destacando que suas cartas psicografadas, atribuídas a grandes escritores, como Olavo Bilac, entre outros, apresentava erros gramaticais primátios, erros de ortografia e regência, e eram muito inferiores aos textos redigidos pelos verdadeiros autores quando vivos. Isso demonstra que, naquela época, Chico tinha pouca afinidade com a escrita, mas ao longo do tempo, ele pôde aperfeiçoar o português a fim de enganar seus leitores com mais eficiência.

Todas as cartas psicografadas por Chico Xavier são rigorosamente iguais em forma e vocabulário. Não se faz possível distinguir entre um autor e outro. Portanto, supõe-se que os espíritos desencarnados adquirem uma escrita uniforme ao alcançarem um plano superior, o que, segundo a doutrina espírita, não é verdade, pois depois de mortas, as pessoas conservam as suas virtudes terrenas.

Os textos de Chico também assemelham-se no conteúdo. Todos eles apresentam-se de forma vaga e superficial, sem o mínimo de objetividade. A linguagem poética e o excesso de metáforas servem para disfarçar a falta de conteúdo, já que ele não tinha informações sobre os “espíritos”. Chico escreveu 412 livros com textos psicografados, todos eles enfadonhos, monótonos e superficiais.

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